Paisagismo Espaçoceptivo

O projeto do vazio como estrutura da experiência.

Ao estruturar intencionalmente o vazio, o projeto organiza comportamentos, modula emoções e constrói significados antes mesmo de qualquer percepção consciente.

LIVROS DO CAMPO ESPAÇOCEPTIVO

A Espaçocepção foi organizada em dois livros complementares: um aprofunda os fundamentos perceptivos e organiza o mapa conceitual da abordagem; o outro apresenta sua aplicação estruturada de forma mais direta e operacional na prática projetual.

  • Paisagismo Espaçoceptivo

    Um aprofundamento sobre os processos que fundamentam e orientam a percepção, a experiência e a organização do espaço. Estrutura os critérios que sustentam a inversão metodológica e organiza o mapa conceitual que orienta sua aplicação.

  • Paisagismo: Projetando Espaços Livres

    Um livro direto e operacional, que organiza o raciocínio projetual a partir da experiência e da estrutura do vazio como critério. Desenvolve a aplicação prática da abordagem com linguagem mais acessível e foco no processo de projeto.

APROFUNDAMENTO E FORMAÇÃO

Dois percursos formativos que partem do mesmo núcleo conceitual e se diferenciam pela forma de participação e pelo grau de acompanhamento.

  • VEGETAÇÃO E PROJETO

    Acesso autônomo ao conteúdo estruturado

    Curso gravado que organiza o pensamento espaçoceptivo e demonstra sua aplicação prática a partir de exercícios reais de projeto. Indicado para quem deseja incorporar o método com autonomia, clareza e segurança, no próprio ritmo de estudo.

  • MENTE PAISAGÍSTICA

    Formação acompanhada e amadurecimento da prática

    Extensão universitária em formato de mentoria, que integra conteúdo expositivo, exercícios orientados e encontros ao vivo. Um percurso formativo voltado ao amadurecimento crítico da prática e à consolidação de uma visão profissional própria.

Marcos Malamut

Arquiteto paisagista e autor, desenvolve o campo do Paisagismo Espaçoceptivo, uma abordagem que reposiciona o projeto como operação sobre a experiência humana no espaço.

Seu trabalho investiga o espaço como campo perceptivo ativo, relacional e pré-consciente, articulando projeto, percepção e responsabilidade sobre a experiência cotidiana das pessoas.

É autor dos livros Projetando Espaços Livres e Paisagismo Espaçoceptivo, resultado de mais de 30 anos de prática projetual. Nestes, propõe uma mudança de categoria na forma de compreender e intervir no espaço, deslocando o paisagista do lugar de executor formal para o de agente estruturador da experiência espacial.